domingo, 31 de maio de 2009

Cheesecake

Gosto muito de cheesecake, mas curiosamente não é daquelas receitas que tentasse procurar para fazer muitas vezes... até hoje só fiz 3 cheesecake's *bluhs*
No dia do 1º encontro do fórum da Estante de Livros , a Canochinha levou uma fatia de um cheesecake delicioso.
Hoje, como fizemos o almocito de anos do meu irmão resolvi fazer... eis o resultado



A receita é a que a Canochinha deixou na Estante, e fiz algumas anotações parecidas com as da Canochinha =P

Ingredientes:
- 150 gr de bolachas de manteiga (tal como a Canochinha, pus 1 inteiro)
- 50 gr. de margarina ou manteiga amolecida
- 1 colher sopa de mel
- 5 folhas de gelatina (como fiz a receita a dobrar, coloquei 9)
- 140 gr. de açúcar
- Sumo de 1/2 limão
- 150 gr. de queijo mascarpone
- 1,5 dl de natas
- 200 gr. de framboesas frescas (não coloquei, pois era para colocar no meio do creme branco)
- 3 colheres de sopa de compota de framboesas

Como fazer:
1 - Esmague bem as bolachas até ficarem tipo granulado fino, junte-lhes a margarina e o mel e misture bem. Espalhe esta mistura no fundo de uma forma de fundo amovível pressionando bem e leve ao frio. (tb as piquei na 1-2-3 e depois misturei tudo com a mão).
2 - Coloque a gelatina a demolhar em água fria durante uns 5 minutos. Leve ao lume um tacho com 120 g do açúcar e 3 colheres de sopa de água, deixe ferver durante 4 minutos, retire do lume, junte a gelatina escorrida e o sumo de limão e mexa bem até a gelatina ficar bem dissolvida. Junte depois ao queijo e mexa bem.
3 - Bata as natas em chantilly com o resto do açúcar, junte também à mistura do queijo e misture delicadamente.
4 - Espalhe as framboesas em cima da mistura da bolacha, deite a compota por cima, cubra com a mistura do queijo e leve ao congelador durante 1 hora. Depois retire, desinforme e sirva decorado a gosto. (Só coloquei a compota antes de servir)

A vida num sopro - José Rodrigues dos Santos


Portugal, anos 30.
Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição. Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.
Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.
Com A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos traz o grande romance de volta às letras portuguesas.”
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“A vida num sopro” conta-nos a história de amor entre Luís e Amélia, dois jovens que se conheceram no liceu em Bragança e se apaixonaram. No entanto, o seu amor não é aprovado pela mãe da jovem, que deseja um homem mais abastardo para casar com Amélia.
Acabam-se por se separar, Luís ruma a Lisboa para frequentar o curso de Veterinária e tenta encontrar o amor que sentia por Amélia em outras mulheres.
A história desenrola-se, cheia de dificuldades para as personagens…

Quanto à minha opinião sobre livro, apesar de alguns pontos menos bem, gostei!
O tipo de escrita faz-nos virar página atrás de página, sem nunca querermos parar.
No entanto, houve alguns aspectos que achei menos conseguidos. É o caso da Guerra Civil Espanhola, em que achei um pouco forçada a introdução na história, o seu protagonista, e as suas alterações de personalidade não me convenceram.
Uma das partes do livro que deveria ser “a surpresa”, achei muito previsível e que Luís estava a ser burrinho por não ver o que estava à frente dos seus olhos.
Acho que também o Estado Novo poderia ser mais explorado através da personagem Aniceto Silva, um dos inspectores da PVDE.
Quanto ao final, tendo em conta a situação das personagens e o período em que se passa a história, penso que foi um final possível.

Depois de ter lido “A vida num sopro”, gostaria de ler “A filha do capitão” =)

terça-feira, 26 de maio de 2009

O Herdeiro de Sevenwaters - Juliet Marillier


Os chefes dos clãs de Sevenwaters têm sido guardiães de uma vasta e misteriorsa floresta, um dos últimos refúgios das Criaturas Encantadas da história antiga.
Humanos e habitantes do Outro Mundo coexistem, separados por um fino véu entre os dois mundos e uma confiança degradada. Tudo se altera na Primavera em que Aisling de Sevenwaters descobre que espera outro filho.
Ao nasceu um rapaz – herdeiro de Sevenwaters - , a sua irmã Clodagh toma a responsabilidade pelo bem-estar da criança, enquanto a mãe recupera.
A alegria da família transforma-se em desespero quando o bebé é levado do seu quarto e substituído por uma estranha criatura. Clodagh verá a sua coragem testada ao limite e a recompensa será muito maior do que alguma vez imaginara…
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Eis-nos de volta a Sevenwaters, ao mundo mágico e a personagens fortes de Sevenwaters. A trilogia Sevenwaters é a minha preferia de Juliet Marillier, e a par das Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley, é uma das minhas “histórias” preferidas =D

Desta vez acompanhamos Clodagh, gémea de Dreidre, são as segundas filhas mais velhas de Sean e Aisling.
O período em que voltamos a Sevenwaters, é um pouco complicado, o casamento de Dreidre com um dos Lordes do Sul provoca algum mal-estar no relacionamento de Sevenwaters com o Norte; já para não falar na preocupação de Sean e toda a família, na gravidez de Aisling.
Temos também presentes Johnny e alguns homens de Inis Eala, entre os quais Aidan e Cathal, amigos de infância. Clodagh já tinha conhecido Aidan no ano anterior, no entanto não nutre grande simpatia por Cathal.
Aisling dá à luz um rapaz, de nome Finbar, homenagem ao irmão de Sorcha que conhecemos na trilogia.
No entanto, Finbar é trocado misteriosamente por uma criatura estranha, que Clodagh acredita pertencer ao Outro Reino. Para tentar resgatar o irmão, Clodagh parte com o duplo deixado no berço para que possa negociar a troca, e logo no inicio da sua demanda… mas não irá sozinha, pois conta com uma improvável e preciosa ajuda, que lhe mudará a vida.

Adorei voltar a Sevenwaters, adorei as personagens e adorei o livro =D
Senti que Clodagh tinha muito de Sorcha e Liadan, muita da força, da coragem e do amor, destas duas personagens que conhecemos nos dois primeiros volumes da trilogia… algo, que quanto a mim tinha faltado à personagem de Faínne, pois, e não sei bem porquê nunca me convenceu muito. Desta forma, gostei bastante de Clodagh.
Para quem nunca leu Juliet Marillier, aconselho que comecem pela trilogia Sevenwaters (e agora têm mais este quarto volume) e rendam-se ao maravilhoso mundo e personagens criados.
Só tenho pena de ter já ter chegado ao fim e de ter que deixar, mais uma vez, Sevenwaters…

domingo, 24 de maio de 2009

Belladonna - Anne Bishop


Bem-vindos a Efémera, onde a terra se altera em resposta aos mais profundos desejos e medos dos seus habitantes.
Há muito tempo, Efémera foi dividida em inúmeras paisagens mágicas ligadas somente por pontes. Pontes que podem levar quem as atravessa para onde realmente pertence e não ao local onde pretende chegar.
Uma a uma, as paisagens de Efémera estão a cair na sombra. O Devorador do Mundo está a espalhar a sua influência, manchando as almas das pessoas com dúvida e medo, alimentando-se das suas emoções mais negras. A cada vitória o Devorador aproxima-se da conquista final.
Apenas Glorianna Belladonna possui a habilidade de frustrar os planos do Devorador. Mas os seus poderes foram mal interpretados e incompreendidos. Determinada a proteger as terras sob o seu domínio, Glorianna defrontará o Devorador sozinha se assim estiver no seu destino.
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É o segundo e último volume da duologia do mundo de Efémera, um mundo constituído por paisagens, ligadas por pontes. Sendo as Paisagistas as peças principais, pois são elas que mantêm as suas paisagens em equilíbrio através dos seus desejos e emoções do coração.
Além de voltarmos a ter contacto com as personagens do livro “Sebastian”: Belladonna, Lee, Nádia, Sebastian, Provocador, Devorador do Mundo… temos ainda contacto com novas personagens, como Michael e Caitlin, de outras paisagens e que não tinha noção do seu próprio poder.
Belladonna continua a tentar encontrar uma forma de vencer o Ente, mas desta vez contará com a ajuda de Michael.
Será que Belladonna vai vencer?

Uma história viciante, que nos agarra até ao fim, e com uma grande dinâmica entre as personagens. No ano passado, Anne Bishop tornou-se uma das minhas autoras preferidas dentro do género fantástico.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Mensageira - Daniel Silva


Gabriel Allon, restaurador de arte e espião, está prestes a enfrentar o maior desafio da sua vida. Um alegado simpatizante da Al-Qaeda é morto em Londres, e no seu computador são encontradas fotografias que levam os serviços secretos israelistas a desconfiar de que a organização terrorista preparar um dos mais arrojados atentados de sempre, no coração do Vaticano.
Allon, avisa o seu velho amigo monsenhor Luigi Donati, secretário pessoal do Papa, e parte para Roma, a fim de ajudar na segurança.
O que nem ele nem Donati sabem é que o inimigo já se infiltrou no Vaticano. Nas semanas que se seguem, Allon irá travar um mortífero duelo de astúcia contra um dos homens mais perigosos do mundo, que o levará de uma galeria londrina a uma ilha paradisíaca nas Caraíbas, a um isolado vale na Suíça e, por fim, de regresso ao Vaticano. A Allon resta montar uma armadilha e esperar não ser ele a cair nela.
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Tudo começa com a morte de um professor apoiante da Al-Qaeda e com a possibilidade de existir um atentado ao Vaticano.
Gabriel é chamado a intervir, contactando com o monsenhor Donati (que já conhecemos de outros livros) para tentarem evitar um atentado ao Papa. No entanto, apesar dos esforços, o inimigo consegue provocar muitos danos no Vaticano… e não só…
Allon junta uma equipa com o objectivo de eliminar dois dos homens mais perigosos… será que vai conseguir?

Mais um livro de Daniel Silva que gostei bastante… onde, mais uma vez aprendemos um pouco mais das tácticas de espionagem =)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A Fantástica Aventura dos Anões da Luz, em busca de Sulti - Catarina Coelho



Esta é a história de uma comunidade de anões, os Anões da Luz, que possui uma magia muito poderosa (a qual eles não sabem utilizar a não ser para fazer o bem) e vive em harmonia, na sua aldeia, longe de todo o mal e sem ter sequer a verdadeira consciência de que, fora da sua comunidade, há seres muito diferentes deles, seres capazes de fazer o mal para atingir os seus fins. O responsável pela poderosa magia deste grupo de anões é Sulti, o feiticeiro da comunidade, sem a presença do qual a magia não funciona. Um dia, a aldeia dos Anões da Luz é invadida por um grupo de homens, que querem raptar o feiticeiro, para assim obter a magia dos anões e o poder que esta confere. Os anões tentam defender-se usando a magia, mas, perante a assustadora visão das armas e do que estas são capazes de fazer (os anões não faziam ideia de que existiam tais objectos), o feiticeiro não consegue pôr em prática a sua magia e acaba por ser raptado pelos homens. É assim que um grupo de anões decide deixar os restantes habitantes da comunidade e partir numa perigosa viagem...
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Graças à simpatia da Catarina, que nos ofereceu o seu livro, no encontro da estante de livros, “entrei” no mundo por ela criado =) Enquadra-se no género fantástico, um dos meus preferidos, virado para um público juvenil, sendo portanto uma leitura mais “light”.

A história centra-se nos Anões da Luz, e na sua tentativa de salvar o seu feiticeiro, que foi raptado pelos homens da Cidade da Escuridão. Assim, um grupo composto por 8 anões parte em busca de Sulti (o feiticeiro), iniciando-se assim uma viagem cheia de perigos e aventuras.
Esta história passa mensagens muito importantes: a bondade das pessoas, a força de vontade e as relações humanas.
Apesar de tantos perigos, os anões mantendo-se fiéis ao seu objectivo e ideais, acreditam neles próprios, e conseguem ultrapassar as dificuldades ao longo do seu caminho, o que é uma boa filosofia de vida… acreditando em nós próprios, conseguiremos vencer os obstáculos que nos possam parecer mais difíceis de superar.
Importante ainda realçar o facto da inter-ajuda. Os anões ajudam-se mutuamente e ao longo do caminho, encontram várias pessoas boas e prontas a ajudar.

Uma leitura bastante agradável e que nos põe a pensar em que tipo de pessoas seremos… Bons e corajosos como os Anões da Luz? Ou maus como os homens da Cidade da Escuridão?
O final do livro faz-nos esperar pela continuação da história.
Muitos parabéns Catarina, pois gostei bastante =D

Principe de Fogo - Daniel Silva


"Gabriel está de regresso a Veneza, quando uma terrivel explosão em Roma o conduz a uma perturbadora revelação: a existência de um dossier em mãos terroristas que revela os seus segredos e expõe a sua verdadeira história. Apressadamente chamado a Israel, regressa mais uma vez ao seio da organização que tinha escolhido esquecer. Allon vê-se em perseguição de um cabecilha terrorista através de uma paisagem embebida no sangue derramado por várias gerações. E quando por fim se dá o confronto, não é só Gabriel que corre o risco de ser eliminado - pois não é apenas a sua história que é posta a nu."
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Logo no início deste livro, deparamo-nos com atentados a símbolos israelistas e um cd codificado com bastante informação de Allon. Sendo o ponto de partida para envolver Allon na investigação levada a cabo pelos serviços secretos israelista.
O objectivo de Gabriel é descobrir quem é o terrorista que está por trás destes atentados, e evitar o próximo. Esta caça ao homem poderá tornar-se pessoal para ambas as partes.
Ao longo da trama, vamos ainda conhecendo a história da criação do Estado de Israel, da Faixa de Gaza e das guerras entre israelitas e palestinianos, o que é um tema bastante actual.
É-nos ainda revelado mais alguns dados passados de Gabriel, nomeadamente sobre o atentado que lhe destruiu a família.
Mais um livro cheio de emoções com Gabriel Allon e uma boa fonte de informação sobre a guerra entre Israel e Palestina, pois passamos a conhecer, ou aprofundar, as razões desta guerra interminável. E temos uma personagem bastante real - Yasser Arafat.
No entanto, neste livro, encontrei alguns erros de revisão de texto, e não foram nem um, nem dois, mas ainda alguns. Por exemplo, erros de português (o mais flagrante cacimbo em vez de cachimbo), troca de nomes (Navor em vez de Navot) e os erros gramaticais (o em vez de a ou vice-versa) – estes últimos já os vi em vários livros.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Morte em Viena - Daniel Silva


Restaurador de arte e espião ocasional, Gabriel Allon é enviado a Viena para desvendar a verdade por trás de um bombardeamento que deixou um velho amigo gravemente ferido. Entretanto é surpreendido por algo que vira o seu mundo do avesso - um rosto perturbadoramente familiar, um rosto que o gela até aos ossos. Na sua busca desesperada por respostas, Allon vai pôr a descoberto um modelo de maldade que se estende por sessenta anos e milhares de vidas - e no interior dos seus próprios pesadelos...
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Neste livro, Gabriel é enviado para Viena para investigar um atentado à organização de Eli Lavon, um velho amigo, que vitimou duas funcionárias e deixou o amigo em estado crítico.
No seguimento das pistas, Gabriel é assombrado por um rosto familiar, mas desagradável nesta sua busca, descobre acontecimentos relatados pela sua própria mãe, durante o Holocausto.
É um livro mais cruel, com passagens bastante reais do Holocausto, tais como, relatos sobre o que acontecia nos campos de concentração, um programa desenvolvido para esconder as execuções dos judeus. Tem descrições que poderão impressionar, tal a “violência” dos acontecimentos. No entanto, um óptimo livro.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Confessor - Daniel Silva

Munique: o escritor Benjamon Stern entra no seu apartamento e depara com um homem que vasculha os papéis da sua investigação e que dispara contra si. Moribundo, ouve o assasino murmurar umas palavras em latim, pegar nos papéis e sair. Veneza: Gabriel Allon, restaurador de arte, aplica cuidadosamente um toque de tinta ao Bellini e lê a mensagem que lhe entregam. Stern está morto, será que ele pode partir imediatamente? Com um suspiro, o agente da Mossad começa a arrumar os papéis. Vaticano: o padre pietro anda de um lado para o outro no jardim, a pensar nas coisas que descobriu, nos inimigos que irá fazer, na viagem que o espera. Haverá mortes. Não queria ser ele a fazer aquilo. Ao longo das três semanas seguintes, as viagens dos três irão cruzar-se, seguindo um trilho de segredos há muito enterrados e de actos indescritíveis que mudarão para sempre cada um deles. Bem como a vida de milhões de pessoas...
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Tudo começa, quando em Munique, o professor Benjamin Stern, amigo de Allon, é assassinado, depois de ter começado uma investigação sobre a actuação da Igreja Católica durante o Holocausto. Assim, Allon volta ser chamado para resolver o caso.
Ao mesmo tempo, em Roma, o Papa Paulo VII, demonstra interesse em abrir arquivos secretos do Vaticano, o que causa mau-estar em facções do Vaticano – a Crux Vera. A organização, pretende eliminar o novo Papa, contratando “Leopardo”, um assassino a soldo.
O início do livro, custou-me um pouco, no entanto, chegando ao fim do livro, gostei, pois, relaciona a situação vivida pelo povo judeu durante a 2ª Guerra Mundial e a posição da Igreja Católica relativamente ao holocausto; além de misturar uma boa dose de espionagem.

domingo, 17 de maio de 2009

Lolita - Vladimir Nabokov



Humbert Humbert é um professor de meia-idade e Lolita, a filha da sua senhoria, é uma jovenzinha de doze anos perturbadoramente bela e provocante. Com estes elementos foi contruída a história da obsessão amorosa mais famosa do século XX, um apaixonante romance de amor que abala todas as consciências ao destapar a poderosa e «perversa» atracção que podem exercer as denominadas «ninfitas». Este itinerário desenfreado pelas estradas da loucura e da morte, que mergulha nas paixões humanas até as levar ao extremo, é também um retrato devastador dos Estados Unidos de meados dos anos cinquenta, com os seus horrores suburbanos e a sua triunfante subcultura.
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Durante Abril/Maio, participei na leitura conjunta de Lolita no Fórum Estante de Livros. Foi a minha segunda experiencia do género e mais uma vez gostei =)
No entanto, este é um livro que foca um tema muito sensível… a pedofilia.

Acompanhamos a história, através de Humbert Humbert, que se encontra preso.
HH começa por nos contar a sua história, desde a sua infância, a morte da mãe, do relacionamento na adolescência por Anabela (que teve um fim trágico), até à sua idade adulta em que nos revela a sua atracão por ninfitas.
HH conhece Lolita quando se muda para Ramsdale, e fica hospedado em casa de Charlotte Haze e Lolita é a filha de 12 anos desta, e aos olhos de HH é sem dúvida uma ninfita. A história desenvolve-se e HH inicia uma relação com a jovem Lolita.
HH tenta desculpar-se e justificar a sua atracção e o seu comportamento, atribuindo a culpa a Lolita. Este, foi o ponto principal em que se centrou a discussão no Forúm, já que o livro não nos apresenta um verdadeiro culpado, mas sim um relato algo dúbio, criando um jogo que provoca o leitor a alterar constantemente a sua opinião sobre o que acontece.
Apesar de uma segunda parte mais parada, gostei do livro e da escrita, que me fez ficar agarrada ao livro até ao fim.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O Assassino Inglês - Daniel Silva


Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si no meio do sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio. Allon vê-se inesperadamente a braços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns da sua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele vai ter de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar.
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Neste livro, Gabriel Allon é chamado a Zurique, para restaurar um quadro, no entanto, esta visita não decorre em circunstâncias normais. Chegado ao local, Gabriel depara-se com o dono assassinado e resolve fugir, mas ao tentar sair do país, é apanhado e torna-se suspeito. Ao fim de algumas horas de interrogatório, é solto, e como é curioso por natureza, resolve contactar a filha do homem assassinado e descobrir o porquê do seu assassinato.
Tem como tema principal a cobertura que os bancos suíços deram ao regime de Hitler a respeito das obras de arte retiradas aos judeus.

Ainda estou é a tentar perceber a frase na capa: "Mestre e discípulo num confronto fatal"… se alguém me souber explicar esta frase com o que se na história, agradeço. Pois quando li esta frase na capa, achei que Gabriel ia fazer frente a Ari…

Parto agora para “A Mensageira”, pois já li “O Confessor”, “Morte em Viena” e “O Príncipe de Fogo”.

domingo, 10 de maio de 2009

Aquisições na Feira do Livro de Lisboa

Ontem fui à feira do livro, pois tinhamos marcado um encontro do forum Estante de Livros. Foi muito giro conhecer as pessoas com que falo praticamente todos os dias no forum =D
Apesar da chuva, não desistimos e ainda andámos às compras... Eu como foi a minha 1ª visita à feira, vim carregada *blush*

Lista de livros que vieram da feira:
- Belladonna - Anne Bishop
- Aprendiz de Assassino - Robin Hood
- Serpente - Clive Cussler (oferta)
- A Fantástica Aventura dos Anões da Luz,de Catarina Coelho (que teve a simpatia de nos oferecer um exemplar do livro e ainda uma sessão de autógrafos privada =) ah pois é, somos de um forum muito importante e temos escritores no meio de nós ;-))
- O Herdeiro de Sevenwaters - Juliet Marillier
- Mil Novecentos e Oitenta e Quatro - George Orwell
- A Ordem Negra - James Rollins
- O Último Oráculo - James Rollins
- Pedaços de Ternura - Dorothy Koomson
- Bons Sonhos, Meu Amor - Dorothy Koomson
- Esponjinhas, Animais Bebés (oferta) - um livro infantil

Tenho em conta, todos os outros livros que tenho por ler, precisava de alguns meses de férias para ler e ler e ler eheheheh
Ainda não sei se voltarei à feira novamente à feira... talvez ainda dê um saltinho no último dia... quiça ;-)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O Artista da Morte - Daniel Silva


Gabriel Allon foi em tempos um importante agente dos serviços secretos israelitas, mas agora só pensa em fugir do passado para viver uma vida tranquila como restaurador de arte. É no entanto chamado de volta às perigosas missões.
A agente com quem terá que trabalhar esconde-se por detrás da sua própria máscara de sedutora modelo. O alvo de ambos: um astuto terrorista numa última onde de matança, um palestiniano fanático de nome Tariq, que desempenhou um papel negro no passado de Gabriel. Aquilo que começo por ser uma caça ao homem torna-se um duelo que atravessa o globo e é alimentado pela intriga política e por intensas paixões pessoais. Num mundo onde o sigilo e a duplicidade são absolutas, a vingança é um luxo sem preço, e a maior das obras de artes.
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Este é o primeiro livro da série Allon e realmente teria preferido ler os livros pela ordem correcta... sinceramente não percebo porque raio a Bertrand não os editou pela ordem pelo qual foram escrito??? Torna-se desagrádavel, como leitores, andarmos para a frente e para trás na história... Puff.
Quanto ao livro, gostei bastante. Começamos por uma breve introdução do triste acontecimento da vida de Allon e pelo qual ele decidiu "sair" dos serviços secretos, decidindo-se dedicar ao restauro de obras de arte. No entanto, a vida pacada que desejava, vê-se interrompida, pela necessidade de Ari (o homem que o recrutou para os serviços secretos) querer terer acabar com Tariq, um terrorista palestiniano que teve um papel importante no passado de Gabriel.
Começa assim, um jogo de espionagem para descobrir e apanhar Tariq, onde o escritor nos dá a conhecer muitos aspectos da personalidade de Gabriel.
Para quem quiser começar a ler a série Allon, aconselho-vos a seguirem a ordem pela qual foram escritos e não pela desordem pela qual a Bertrand os publicou *mad*
Gostei muito e segue-se "O Assassino Inglês", o segundo livro de Allon =D

terça-feira, 5 de maio de 2009

Coimas de estacionamento...

Estou furibunda… então não é que apanhei uma coima de estacionamento?

Supostamente, uma pessoa tem que adivinhar até onde chegam as ditas “Zonas de Residentes”.
Desde que se lembraram de fazer o MST (Metro Sul do Tejo), que tem havido várias alterações no trânsito e no estacionamento em Almada.

Ora bem, moro no Feijó, e o tão famoso MST não passa na freguesia onde moro, portanto para me deslocar a Almada, quer para visitar os meus avós, quer para fazer algumas coisas, existem várias alternativas de deslocação:
• Ou vou de autocarro, que deixou de passar no centro de Almada, e tenho que andar e andar até chegar onde quero.
• Ou apanho um autocarro até meio caminho e depois apanho o dito metro
• Ou vou de carro

Tendo em conta, que normalmente vamos 3 ou 4 pessoas e que também costumamos levar um ou outro saco, é fácil de perceber qual a opção escolhida… o carro.
Mas isso levanta outro problema… o estacionamento. Ou é zona de residentes ou tem que se pagar…

Pois bem, eu, como qualquer cidadão que trabalha, pago os meus impostos (todos os meses me descontam do ordenado), pago o imposto de circulação automóvel, quando faço uma compra tenho que pagar o IVA… e não satisfeitos, ainda tenho que pagar para estacionar???? Qualquer dia tenho que pagar o ar que respiro, não??
Sinceramente, esta política em que vivemos da “caça à moeda” irrita-me descomunalmente.

Os governantes andam de carrinho com motorista e os outros que se lixem, com F grande!!! Deviam de andar de transportes públicos, principalmente à hora de ponta para verem o que é…

Primeiro ano de lentes de contacto

Sou miope desde os meus 12 anos. Aliás, tenho miopia e astigmatismo... ora bem, para além de não ver ao longe, ainda vejo desfocado... fantástico, heim?
Na escola, notava sempre quando não conseguia perceber muito bem as letras e os números no quadro.
Com a faculdade e o trabalho, também tinha dificuldade em ver os quadros ou as apresentações projectadas; começava também com dores de cabeça regulares e a sentir a vista muita cansada; não conseguia distinguir as caras das pessoas... enfim, uma série de pistas que um miope aprende a identificar como sinais de que já não vê bem.
Comecei a ficar algo preocupada, quando já com os meus 23 (mais coisa, menos coisa), a minha miopia não parava de aumentar, tendo em conta que por dois anos consecutivos aumentei 1 diopetria em cada um dos olhos... é bastante.
Tendo em conta estes aumentos, por várias vezes, falaram-me de usar lentes de contacto, mas confesso que tinha medo. Achava que não as ia conseguir colocar e tirar, que se sentiam na vista, que me faziam impressão.

Em Outubro de 2007, mudei mais uma vez de graduação e deram-me um prazo de 6 meses para me ir mentalizando na possibilidade de usar lentes de contacto, caso a miopia voltasse a aumentar. Passado 6 meses, lá fui eu novamente, com a consciência que já não andava a ver a 100%... conclusão, acabámos por experimentar umas lentes de contacto. As lentes de teste não tinham a correcção do astigmatismo, mas mesmo assim, já via muito bem e andar na rua em óculos foi uma sensação muito agradável.
Pediu-se então umas lentes com a minha graduação, a optometrista ensinou-me como as pôr e tirar e logo no primeiro dia consegui =D
Para mim foi uma batalha vencida pois eu nem soro conseguia pôr eheheh e tornei-me fã das lentes de contacto...não quero outra coisa. Para além de poder andar de óculos de sol eheheheh

Hoje fui então fazer uma "revisão" para ver a evolução...e eis que pela primeira vez, continuo a ver bem =D Não precisei de mudar de graduação...YES, YES, YES!!!!

Sei que podem achar estranho este post, mas para mim é algo importante =D