terça-feira, 26 de julho de 2011

A Conspiradora


Assim que vi o trailer d’ “A Conspiradora” soube que seria um filme a ver.
Primeiro, é um filme baseado em acontecimentos verídicos, no século XIX, e segundo James McAvoy *suspiro*

O cenário do filme é Washington em 1865, onde assistimos ao assassinato de Abraham Lincoln e em que sete homens e uma mulher são presos e acusados de conspirar o assassinato. Mary Surratt, a mulher acusada, é católica, sulista e mãe dedicada ao seu filho (que foi o única que conseguiu fugir). Frederick Aiken, ex-combatente de guerra, é o advogado (imposto) de defesa de Surratt.

Ao longo do filme vamos acompanhando o julgamento, com fragmentos de acontecimentos da conspiração.
McAvoy, que inicialmente não acredita na inocência da sua cliente, dedica-se a lutar contra a injustiça do julgamento, onde se nota que o desfecho já estava determinado. Tal é a ansiedade e angústia  que McAvoy nos transmite que acabamos por nos sentir imponentes e sofrer com a personagem.

E eu que não sou fã de homens de barba, fiquei quase a babar com o James McAvoy. O rapaz é giro, giro e bolas, fica tão bem de barba e de uniforme <3  Os homens ficam tão sexy de uniforme eheheh
Oh God, houve cenas que julguei que me faltava o ar por me esquecer de respirar ;-)
Ora vejam e digam que não é de nos fazer suspirar =P


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Hanna


Esta semana era para termos ido ver o HP, mas 2ª já não havia bilhetes para a sessão das 21h30 e ontem só havia para as filas da frente. A escolha recaiu então no Hanna.

Muito fixe o filme. Gostei muito da actuação da Cate Blanchett (que está sempre muito fantástica) e a rapariga que faz de Hanna também está excelente!
Todo o filme é bom, mas o final está brutal!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Contos - Daphne du Maurier


O livro é composto por cinco contos, que têm em comum acontecimentos estranhos.

Em “Não Olhes Agora”, acompanhamos um casal de férias em Veneza, que tenta superar a dor de terem perdido a filha, mas após conhecerem duas idosas, em que uma delas é médium, começam a ver-se envolvidos em situações estranhas.
Em “Um Caso-Limite”, Shelagh motivada pela morte do pai, decide ir à Irlanda para tentar esclarecer algumas questões do passado dos pais. No entanto, o homem que pretende encontrar não é o que ela esperava e apesar de algum clima de medo, é surpreendida pela revelação final.
“Os Pássaros” foi para mim o conto mais assustador e que manteve o meu coração sempre acelerado. Numa noite muito fria, várias aves entram no quarto dos filhos de Nat e tentam ataca-los. No dia seguinte, a família descobre que as aves estão-se a tornar num perigo nacional, pois enormes bandos de aves encontram-se nas cidades, como se esperassem por algo. Um conto que se torna aflitivo pela tentativa de sobrevivência de Nat e da sua família, em que o final surge sem sabermos bem o desfecho que a família terá. Este conto, serviu de inspiração para o filme de Hitchcock.
“O Velho” é-nos apresentada, por um vizinho, uma família invulgar. Um conto pequeno, mas com situações muito estranhas.
Por fim “E As Cartas Dele Tornaram-se Mais Frias”, temos uma série de cartas enviadas a uma mulher, em que se nota o início apaixonante do relacionamento e posteriormente o afastamento do homem.

Um livro interessante e em que se nota o ambiente estranho que caracteriza a escrita da du Maurier. O único senão prende-se pelo pouco desenvolvimento das histórias, mas que se justifica pelo facto de serem contos.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

As Dez Figuras Negras - Agatha Christie

 Dez desconhecidos, que aparentemente nada têm em comum, são atraídos pelo enigmático U. N. Owen a uma mansão situada numa ilha da costa de Devon. Durante o jantar, a voz do anfitrião invisível acusa cada um dos convidados de esconder um segredo terrível, e nessa mesma noite um deles é assassinado.
A tensão aumenta à medida que os sobreviventes se apercebem de que não só o assassino está entre eles como se prepara para ir atacando uma e outra vez…
O que se segue é uma obra-prima de terror. À medida que cada um dos hóspedes é brutalmente assassinado, as suas mortes vão sendo “celebradas” através do desaparecimento de uma de dez estátuas, as “dez figuras negras”.
Restará alguém para um dia contar o que de facto se passou naquela ilha?

Em As Dez Figuras Negras, a Ilha do Negro, local sombrio e desde sempre povoado de mistérios, é palco de uma estranha e implacável forma de justiça, na qual as vítimas se encontram encurraladas pelas circunstâncias e o agressor é invisível e omnipresente. Na colecção das Obras de Agatha Christie iniciada por Edições ASA, este é o primeiro romance em que não figura nenhum detective ou personagem determinante para a (surpreendente) solução dos crimes. 

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Supostamente deveria ter lido este livro em inglês no meu 11ºano, mas na altura não passei do primeiro capítulo =P
Este livro tem a característica de não existir numa espécie de detective a tentar descobrir quem é o culpado.
Temos 10 pessoas, numa ilha, onde todos receberam cartas misteriosas de U.N.Owen, a convida-los ou a passar uns dias ou a trabalhar.
Misteriosamente, o anfitrião não se encontra na ilha e além de estarem isolados, são acusados de serem culpados na morte de alguém.
As personagens vão sendo assassinadas consoante uma lengalenga infantil e outro facto misterioso é existirem 10 figurinhas negras, em cima da mesa, em que à medida que cada um deles vai sendo assassinado, as figuras vão desaparecendo.
Uma história cheia de suspense, em que o leitor sente a “aflição” das personagens, enquanto assistem à morte de cada um, não sabendo quem será o próximo alvo nem quem será o culpado.
O final é sem dúvida excelente e que nos faz nos surpreende pela criatividade da autora.
Muito, muito bom =)

domingo, 10 de julho de 2011

Despertar do Crepúsculo - Anne Bishop



Os "sombriamente fascinantes" romances das Joias Negras de Anne Bishop, autora de sucesso consagrada no top do New York Times, têm cativado igualmente leitores e críticos devido à mescla de fantasia, intriga e romance. Com o presente Despertar do Crepúsculo, Bishop regressa ao reino dos Sangue com quatro inéditas e fascinantes novelas.
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É sempre uma sensação tão boa voltar ao mundo das Jóias Negras e rever personagens que nos são tão queridas.
É um livro com 4 contos: Prendas de Winsol, Cambiantes de Honra, Família e
A Filha do Senhor Supremo.


Inicia-se num tom mais descontraído com a primeira celebração do Winsol em que Daemon é o soberano de Dhemlan. Um conto cheio de ternura, que mostra a forma como o SaDiablo se comportam como família e com episódios que facilmente nos colocam sorrisos nos lábios.
Em "Cambiantes de Honra", a história é mais séria, com informações importantes sobre as diferentes raça. Bem como, a forma como a inveja afecta a vida de alguém.
No conto "Família", foi orquestrada uma cilada à Rainha Sylvia e aos seus dois, o clima torna-se ainda mais intenso mas, uma vez mais, a união familiar é o mais importante para se conseguir descobrir e castigar o culpado.
O livro termina com "A Filha do Senhor Supremo", um conto que nos mostra a dor devido à perda e a forma como cada um tenta recuperar a sua vida. Um conto muito emocionante, que nos faz ficar um o coração mais apertadinho e soltar algumas lágrimas.

Gostei mesmo muito do livro, pois reencontrar todas as personagens, é como se voltássemos a encontrar velhos amigos. No entanto, acaba por ser uma sensação agridoce, pois a intenção de Anne Bishop foi dar um fim, pelo menos para já, ao mundo das Jóias Negras. Vou sentir saudade da família SaDiablo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ando a pensar...

... em fazer uma tatuagem.

Já há alguns anos que penso nisso, mas cada vez mais me sinto tentada.

Talvez umas estrelinhas no pulso, algo deste género:
(Imagem retirada da net)
E vocês? Têm alguma tatuagem? Pensam em fazer?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Filha do Rei - Barbara Kyle



A Filha do Rei é o segundo volume da série Thornleigh e, tal como o primeiro livro da autora publicado em Portugal, A Aia da Rainha, é um romance histórico situado no tempo de Henrique VIII. O novo romance de Barbara Kyle passa-se na Inglaterra dos Tudor, durante o reinado de Maria I, a rainha sanguinária (Bloody Mary, em inglês) e revela dados inéditos sobre este conturbado período da história europeia. No livro, a autora levanta a possibilidade de a soberana ter queimado os ossos de Henrique VIII, seu pai, criando assim a dúvida se de facto este está sepultado onde se crê estar. Rico em detalhes de uma época pródiga em episódios e personagens fascinantes, A Filha do Rei não poupa o leitor a imagens cruas e impressionantes sobre o cárcere de famílias inteiras, sobre alianças maquiavélicas em torno do poder e sobre a luta de uma mulher pelo futuro de uma nação...
                                     Isabel I.
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Depois de ter lido “A Aia da Rainha” fiquei à espera que surgisse a oportunidade de comprar e ler o segundo volume.
Tal como no livro anterior, o título poderá ser algo enganador, pois julgamos que a história gira em torno da Rainha Maria, no entanto, serve apenas como pano de fundo.
Acompanhamos Isabel Tornleigh, filha das personagens principais do livro anterior, e que, sem saber o passado dos seus pais, também tenta ajudar os hereges, paralelamente, Isabel tenta também salvar o seu pai, com a ajuda de Carlos Valverde.

Apesar de nos apresentar os principais momentos de rebelião de Thomas Wyatt, a religiosidade de Maria, o ambiente que se vivia em Londres, não consegui sentir muita empatia por Isabel Tornleigh e achei que a história custava a desenrolar. Só nas últimas 150/200 páginas, é que achei que melhorava.

Não sei se terei escolhido mal a altura para o ler, se está efectivamente abaixo d’ “A Aia da Rainha”, mas foi um livro que não me “encheu as medidas”.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Só para informar...




(Imagem retirada da net)
... Que...

Ando tão cansada, com tanto sono, com dores por todo o corpo. 
Só me apetece passar os dias a dormir.
Quase todos os dias estou com a neura.