Além de se estar a aproximar o Natal, também estou quase a fazer anos J portanto está na altura de fazer a minha listinha eheheh
Cama de ferro de casal
LCD para o meu quarto (pode ser de tamanho pequeno-médio) =P
Telemóvel Dual Sim: Samsung GT-C5212
Mala porreira e espaçosa (tenho uma panca por malas)
Livros e mais livros (podem ver aqui a minha whislit que está sempre a aumentar)
Meias quentinhas (tenho sempre os pés frios e dentro do contentor, está um gelo)
Cachecol (sim, sim, também tenho sempre frio no pescoço)
Camisolas de malha de gola alta (quentinhas, sim =) )
Pijamas quentinhos para eu trazer para Sines tb são uma boa opção
Lençóis térmicos de casal, para eu trazer para Sines
Como vêem não sou muito pedinchona, ou sou? =)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A Ordem Negra - James Rollins

Um misterioso incêndio numa livraria de Copenhaga despoleta uma busca incansável pelos quatro continentes. Fogo posto e assassínio revelam uma insidiosa intriga para roubar uma Bíblia que pertence a Charles Darwin. O comandante Gray Pierce mergulha num mistério que já vem dos tempos da Alemanha nazi... e envolve experiências horrendas levadas a cabo num laboratório actualmente abandonado e enterrado nas entranhas de uma montanha polaca.
____________________________________________________________
Do autor já li “O Mapa dos Ossos” e a “Herança de Judas”, o 1º e 3º livro com a personagem do comandante Gray Pierce, e agora li o 2º. Por norma, gosto de ler os livros por ordem, mas o anos passado na Feira do Livro de Lisboa, comprei uns e este ano outros, portanto, tive que alterar a ordem de leitura e apesar de ser spoilada num pontinho, este facto não me retirou prazer à leitura.
Como é hábito nos livros de James Rollins, os acontecimentos decorrem com uma velocidade vertiginosa, e praticamente não temos grandes pontos de paragem da acção, e este livro não foi excepção. Temos ainda os 4 continentes ligados às principais personagens, onde os acontecimentos decorrem quase em simultâneo, mas onde convergem para o mesmo ponto de descoberta.
A história principal gira em torno de uma Biblia de Darwin. que segredos esconde a evolução da espécie? Será que a espécie humana consegue evoluir a ponto que se tornar perfeita?
Do autor já li “O Mapa dos Ossos” e a “Herança de Judas”, o 1º e 3º livro com a personagem do comandante Gray Pierce, e agora li o 2º. Por norma, gosto de ler os livros por ordem, mas o anos passado na Feira do Livro de Lisboa, comprei uns e este ano outros, portanto, tive que alterar a ordem de leitura e apesar de ser spoilada num pontinho, este facto não me retirou prazer à leitura.
Como é hábito nos livros de James Rollins, os acontecimentos decorrem com uma velocidade vertiginosa, e praticamente não temos grandes pontos de paragem da acção, e este livro não foi excepção. Temos ainda os 4 continentes ligados às principais personagens, onde os acontecimentos decorrem quase em simultâneo, mas onde convergem para o mesmo ponto de descoberta.
A história principal gira em torno de uma Biblia de Darwin. que segredos esconde a evolução da espécie? Será que a espécie humana consegue evoluir a ponto que se tornar perfeita?
Leiam o livro e descrubram ;-)
Hoje começo já a ler o “O Último Oráculo” =)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Os Leões de Al-Rassan - Guy Gavriel Kay

Imagine uma Península Ibérica de fantasia, durante o período sangrento e apaixonante da Reconquista, onde realidade e fantasia se entrelaçam numa história poderosa e comovente.
Inspirado na História da Península Ibérica, Os Leões de Al-Rassan é uma épica e comovente história sobre amor, lealdades divididas e aquilo que acontece aos homens e mulheres quando crenças apaixonadas conspiram para refazer – ou destruir – o mundo. Lar de três culturas muito diferentes, Al-Rassan é uma terra de beleza sedutora e história violenta. A paz entre Jaddites, Asharites e Kindath é precária e frágil, mas é precisamente a sombra que separa os povos que acaba por unir três personagens extraordinárias: o orgulhoso Ammar ibn Khairan – poeta, diplomata e soldado, o corajoso Rodrigo Belmonte – famoso líder militar, e a bela e sensual Jehane bet Ishak – física brilhante. Três figuras cuja vida se irá cruzar devido a uma série de eventos marcantes que levam Al-Rassan ao limiar da guerra.
Inspirado na História da Península Ibérica, Os Leões de Al-Rassan é uma épica e comovente história sobre amor, lealdades divididas e aquilo que acontece aos homens e mulheres quando crenças apaixonadas conspiram para refazer – ou destruir – o mundo. Lar de três culturas muito diferentes, Al-Rassan é uma terra de beleza sedutora e história violenta. A paz entre Jaddites, Asharites e Kindath é precária e frágil, mas é precisamente a sombra que separa os povos que acaba por unir três personagens extraordinárias: o orgulhoso Ammar ibn Khairan – poeta, diplomata e soldado, o corajoso Rodrigo Belmonte – famoso líder militar, e a bela e sensual Jehane bet Ishak – física brilhante. Três figuras cuja vida se irá cruzar devido a uma série de eventos marcantes que levam Al-Rassan ao limiar da guerra.
______________________________________________________
Finalmente acabei!
Acho que foi o livro que demorei mais tempo a ler, não por culpa da escrita, mas porque desde que vim para Sines, não consegui dedicar tanto tempo à leitura, apenas lia um pouco antes de dormir e começava a ficar cansada.
Sobre o livro em si, adorei a história e a forma como as três religiões existentes na Península (Asharitas, Kindates e Jaditas) se interligam com as três personagens principais – Ammar ibn Khairan (poeta e assassino asharita), Jehane bet Ishak (médica kindate) e Rodrigo Belmonte (capitão jadita).
Foi com bastante interesse que fui acompanhando a história destes e outros personagens, com a descrição dos lugares e costumes das três religiões.
É um mundo bem construído, e onde julgo que poderemos fazer o paralelismo com Espanha e a forma como as religiões (cristãos, judeus e muçulmanos) se cruzaram.
Quem seja reticente a ler livros classificados como “Fantástico”, este é uma boa opção para experimentarem, pois não tem nem criaturas imaginárias (como dragões ou elfos), nem pessoas com poderes mágicos, simplesmente, é a criação de um país, com muitas referências que se poderão classificar como históricas.
A única coisa que senti falta no livro, foi um mapa, para me orientar com os locais, no entanto, este encontra-se facilmente na net; e por norma prefiro capítulos mais pequenos =P
Será um livro a reler mais tarde, num período mais calmo, para poder ler de forma mais continuada.
Acho que foi o livro que demorei mais tempo a ler, não por culpa da escrita, mas porque desde que vim para Sines, não consegui dedicar tanto tempo à leitura, apenas lia um pouco antes de dormir e começava a ficar cansada.
Sobre o livro em si, adorei a história e a forma como as três religiões existentes na Península (Asharitas, Kindates e Jaditas) se interligam com as três personagens principais – Ammar ibn Khairan (poeta e assassino asharita), Jehane bet Ishak (médica kindate) e Rodrigo Belmonte (capitão jadita).
Foi com bastante interesse que fui acompanhando a história destes e outros personagens, com a descrição dos lugares e costumes das três religiões.
É um mundo bem construído, e onde julgo que poderemos fazer o paralelismo com Espanha e a forma como as religiões (cristãos, judeus e muçulmanos) se cruzaram.
Quem seja reticente a ler livros classificados como “Fantástico”, este é uma boa opção para experimentarem, pois não tem nem criaturas imaginárias (como dragões ou elfos), nem pessoas com poderes mágicos, simplesmente, é a criação de um país, com muitas referências que se poderão classificar como históricas.
A única coisa que senti falta no livro, foi um mapa, para me orientar com os locais, no entanto, este encontra-se facilmente na net; e por norma prefiro capítulos mais pequenos =P
Será um livro a reler mais tarde, num período mais calmo, para poder ler de forma mais continuada.
Subscrever:
Mensagens (Atom)