quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A Mulher do Viajante do Tempo - Audrey Niffenegger



Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro romance prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo arrebatador, que alia a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo, que para Henry assume contornos estranhamente inusitados - Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer para uma data e um local inesperados. Uma obra inesquecível, que retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo.
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Este livro conta-nos a história de Henry e Clare, que se encontram a primeira vez quando Clare tinha 20 anos e Henry 28, mas Clare já o conhecia desde os 6, enquanto que para Henry esta é a primeira vez que a conhece. E como? Porque Henry tem uma doença genética, que o faz viajar no tempo, quer para o passado, quer para o futuro, completamente nu e sem ter poder de escolher para onde viaja.
Um livro contado a duas vozes - Henry e Clare - e é uma história de amor, que sobrevive ao tempo. Mas com uma parte final algo triste.
Gostei, mas não achei o livro nada de especial.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Filme: PS - I Love You




Há quase um ano, li o livro em que se baseou o filme, podem ver a minha opinião aqui, e gostei tanto que quis muito ver o filme. No final do ano passado, lá consegui ver-lo e aproveitei e revi-o no domingo, quando deu na tv.

Vê-se bem, mas comparativamente ao livro, tem demasiadas alterações, portanto não se pode dizer que seja fiel ao livro. Ainda por cima, algumas partes que eu estava com vontade de visualizar no filme, para saber se correspondiam ao que eu tinha imaginado, não se passaram =(
Apesar de manter a mesma linha emotiva do livro… não sei… não me convenceu por ali além (apesar de já ter visto o filme duas vezes).

Se viram o filme e gostaram, mas não leram o livro, façam o favor de o ler, pois vão ver que é muito melhor do que o viram ;-)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Princesa e o Sapo




No Sábado passado vi o filme "A Princesa e o Sapo" e gostei bastante. Adoro desenhos animados, principalmente os da Disney, pois faz-me recordar a minha infância, onde passa a vida a ver desenhos animados =D
Como no Fórum Estante de Livros, me pediram para deixar a minha opinião, acabei por fazer um pequeninho texto e decidi publica-lo também aqui ;-)
Cá vai ele:

É uma história mais "moderna" misturada com as histórias de princesas que nos habituamos a ouvir. Suponho também que tenha por base a época dos anos 20, com o ritmo de jazz :) (isto é o que eu acho, se bem que eu misturo um bocado as épocas :P )
Basicamente, é a história de uma rapariga - Tiana - que se farta de trabalhar (literalmente) para que consiga atingir o seu sonho - abrir o seu restaurante. Pelo meio depara-se com algumas peripécias, que envolvem um príncipe transformado em sapo, e apesar de desde pequena conhecer a história em que beijando um sapo, ele se transforma num príncipe, ela sente alguma "replusa", mas acaba por fazer o "sacríficio". No entanto, o "plano" não corre como o planeado, e Tiana e o príncipe-sapo (não me lembro agora do nome dele) envolvem-se numa série de aventuras.
Ahh, e não nos podemos esquecer dos restantes ingredientes principais de uma história de contos de fada: o mau da fita, a "fada madrinha" e os amigos que os ajudam a ir superando os obstáculos que Tiana e o sapo têm que enfrentar.
Quem gosta de desenhos animados da Disney, acho que deve ser o filme, pois acredito que vá gostar :) e ainda tive direito a dar umas gargalhadas :D
Como caracterizar? É uma história de contos de fada dos tempos modernos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Crime no Expresso do Oriente - Agatha Christie


Pouco depois da meia-noite um nevão imobiliza o Expresso do Oriente que, para aquela época do ano, estava surpreendentemente cheio de passageiros. De manhã, encontram um homem de negócios americano que havia sido apunhalado até à morte no seu compartimento. Existem muitas pistas e muitos suspeitos: os passageiros da carruagem. Para ajudar às investigações, o morto é reconhecido como sendo o autor de um dos crimes mais hediondos do século. Com a tensão a aumentar perigosamente, Poirot resolve o caso... de uma maneira surpreendente!
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Este é o segundo livro que leio da Agatha Christie, sendo que o primeiro foi "Morte no Nilo", no âmbito de uma leitura conjunta do Fórum Estante de Livros.
Li-o de rajada, tal nos prende a leitura e nos faz querer saber mais e mais, quer sobre o assassínio quer sobre todas as outras personagens.
A história é passada a bordo no comboio mais famoso da história :-) no Expresso do Oriente, uma viagem mítica, e que julgo ser fascinante.
A viagem decorre numa altura do ano em que não costuma haver muito passageiros, no entanto esta é uma viagem especial, visto haver um número bastante considerável de passageiros. No entanto, o que há partida poderia ser mais uma viagem do Expresso do Oriente, rapidamente se torna uma viagem diferente. Logo no início Poirot vê-se "forçado" a embarcar no comboio, visto a sua presença ser solicitada em Londres, e não é fácil arranjar um quarto para si a bordo do comboio. Entretanto, a meio da noite o comboio pára devido a uma tempestade de neve e na manhã seguinte descobrem que um dos passageiros foi assassinado - Ratchett.
Poirot vê-se assim a braços com uma investigação, em que todos os passageiros passam a ser considerados suspeitos.
O livro divide-se em três partes: a apresentação das personagens e do crime; os depoimentos dos suspeitos; e a descoberta de Poirot.
Os depoimentos dão-nos todas as pistas necessárias para podermos resolver o enigma, e ir-mos pensando "afinal quem é o assassino?". No entanto, devo dizer que sou fraca detective, pois não consegui imaginar o desfecho do livro, que não é nada mais nada menos do que verdadeiramente surpreendente. Também a forma como a escritora conseguiu ligar todas as personagens entre si, é fantástico.
Em resumo, adorei o livro!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Bons Sonhos, Meu Amor - Dorothy Koomson


Nova Kumalisi faria qualquer coisa pelo seu melhor amigo. Ela deve-lhe a vida. Por isso, quando ele lhe pede que seja mãe de substituição do seu filho e, apesar de saber que corre o risco de perder a amizade, Nova aceita.
Oito anos mais tarde, Nova está a criar o filho de Mal sozinha, porque a mulher dele mudou de ideias, escassos meses antes de a criança nascer, assim destruindo a relação entre os dois amigos.
Agora, Leo, o filho de ambos, está gravemente doente. Nova quer que Mal conheça o filho antes que seja demasiado tarde.
Na tragédia descobrirão o quanto significam um para o outro.
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Acompanhamos a história de Nova e Mal, amigos muito chegados desde a infância. No entanto, logo de início sabemos que Nova está a criar Leo, criança que deu à luz, mas que seria o filho de Mal e Steph, e que Leo se encontra gravemente doente.
A história é contada, na primeira pessoa, quer por Nova, quer por Steph, alternando o passado e o presente, explorando a amizade entre Nova e Mal, e descobrirmos o que se passou para Steph e Mal terem mudado de ideias quando ao facto de terem um filho.
O facto de a história estar constantemente a saltar de personagem em personagem e temporalmente, faz com que tenhamos as duas perspectivas da história. Gostei também de haver pequenos comentários de Leo, entre determinados capítulos, mostra-nos que é uma criança muito inteligente e especial.
É uma história sobre amizade, amor e opções, mas sempre com contornos tristes, pois as personagens deparam-se com variados problemas.
Gostei do livro! E mais uma vez, mostra que Dorothy Koomson, para além de saber escrever sobre emoções, nos consegue envolver e fazer-nos emocionar com as suas histórias. O único ponto menos positivo, é a história ser mesmo muito triste.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dia dos Namorados

Sinceramente, se é dos dias que acho mais idiotas é o Dia dos Namorados. É ver lojas com corações, ursinhos, coelhinhos e todas aquelas tralhas pseudo-românticas… não há pachorra!
E há coisas que até podemos achar engraçaditas, há verdadeiras tralhas no sentido literal da palavra. Como almofadas com dizeres (supostamente) apaixonados… como um ex-namorado me ofereceu uma desse tipo, em que tinha passado os dias anteriores a dizer que eu ia adorar a prenda, quando vejo o embrulho, pensei "mais um peluche" e eis que me deparo com uma almofada e ainda por cima com uma rosa de plástico lá pregada. Tinha vontade de lhe enfiar a almofada goela abaixo LOLOLOL
Num fim-de-semana, também vi numa superfície comercial, mais um aproveitamento deste dia da treta… um "kit" de utensílios para se lavar a loiça. o.O Mas a lavagem da loiça é algum momento romântico? o.O Nahhhh
Depois de toda a tralha que se vê em tudo o que é loja, temos o próprio dia em si. São promoções para o almoço e jantar a dois. E se vai uma pessoa sozinha, almoçar ou jantar, olham para nós como se fossemos uns ET's.

E não pensem que não gosto do dia por não ter namorado no momento. Mesmo quando tinha, não gostava. Afinal de contas, se gostamos de uma pessoa não é necessário haver um dia para expressar os nossos sentimentos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pedaços de Ternura - Dorothy Koomson




Poderá um estranho curar o seu coração?

Kendra Tamale regressa a Inglaterra, fugindo de velhas mágoas e em busca de um novo começo. Conhece Kyle, pai de duas crianças e separado, de quem se aproxima, contra todas as suas expectativas.

Então, um terrível encontro com o passado obriga-a a enfrentar os seus fantasmas. Não consegue dormir, é despedida e a sua relação com Kyle e as crianças fica debilitada. A única forma de remediar a situação é confessar o erro terrível que cometeu há muitos anos atrás - algo que prometeu nunca fazer...
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Depois de ter lido e gostado d' "A filha da minha melhor amiga", soube que teria que comprar os restantes livros da autora. Assim, na Feira do Livro de Lisboa, no ano passado, comprei os outros dois livros "Pedaços de ternura" e "Bons sonhos, meu amor", no entanto, outros livros têm "passado à frente" na fila de "livros a ler" =)

Desta feita, acompanhamos Kendra Tamale que regressa a Inglaterra, após ter "fugido" da sua vida na Austrália. Em Inglaterra aluga uma casa a Kyle, que se está a separar da mulher e tem dois gémeos, Summer e Jaxon, com 6 anos.
Devido ao seu passado, Kendra tenta evitar o envolvimento com a família, no entanto não consegue resistir a aproximar-se das crianças.
Tal como n' "A filha da minha melhor amiga", Dorothy Koomson foca temas actuais, tal como o impacto do alcoolismo no casamento e na carreira profissional, o divórcio e o amor, a violação, jogando sempre com as emoções - a da personagem e as nossas.
O livro tem muitos flashbacks, que nos permitem conhecer o passado de algumas personagens, nomeadamente Kendra e Kyle, no entanto, não achei confuso, pois faz a ligação com o presente e estão devidamente assinalados, pelo que facilmente distinguimos o presente do passado.
A escrita de Dorothy faz-nos querer ler mais e mais, e entramos no mundo das personagens e começamos a sentir as suas emoções e os seus dilemas.
A pergunta que se mantém até ao fim, é se Kendra consegue finalmente ultrapassar o seu maior medo e envolver-se e amar os outros.

E apesar de não me ter emocionado como me emocionei em ler "A filha da minha amiga", voltei a gostar bastante da forma como é escrito e do livro em si. O próximo que se segue na lista? Bons sonhos, meu amor, da mesma autora =)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Os Apanhadores de Conchas - Rosamunde Pilcher


Depois de ter estado às portas da morte por um enfarte, Penelope Stern, filha de um pintor de fama internacional, começa a ver a vida com outros olhos. A sua estabilidade afectiva está ligada a uma série de acontecimentos ocorridos no passado. Conviveu com as suas sequelas dolorosamente, mas agora está disposta a recapitular... Decide voltar à Cornualha, onde decorreu a sua juventude, e não desistirá enquanto não conseguir comprender a sua própria história bem como a dos membros da sua famíla. Nesse passado ocupa um importante lugar um quadro pintado pelo seu pai, “Os Apanhadores de Conchas”, que agora desperta o interesse dos seus filhos pelo seu valor económico...
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Desde que li a opinião da Canochinha a respeito desde livro, que o quis ler. Depois fui lendo mais opiniões positivas no fórum Estante de Livros. E decidi-me que tinha que fazer parte das minhas leituras. O que faltavam então? Comprar o livro. Decidi-me então encomendar alguns livros que tinha saída com a Revista Sábado, em que "Os Apanhadores de Conchas" teria que estar incluído.
Um ponto negativo, prende-se com a edição do livro e não com a história em si. A fraca (ou inexistente) revisão. Ele foi erros ortográficos, foi caracteres (como por exemplo o ? )no meio das palavras, falta de parágrafos, etc. Sei que podem estar a dizer, por 1€ o que é que estavas à espera? Eu sei que o livro é barato, mas mesmo assim é algo que no "rouba" um pouco do prazer que tiramos da leitura.
O tamanho da letra também deixa algo a desejar, pois é relativamente pequena… afinal de contas, eu sou míope e leio depois de jantar, gosto de letras grandes =D

Quanto à história em si...
É um livro sobre Penélope e sobre quem com ela se cruza, no passado e no presente.
Penélope é filha de um pintor e foi educada de forma menos convencional para a época, e a qual a faz ver a vida de forma diferente das outras pessoas, mais simples e humana.
O próprio nome do livro - Os Apanhadores de Conchas - é o nome do quadro que o pai ofereceu à Penélope como prenda de casamento, e pelo o qual, esta tem uma estima enorme pelo mesmo e sobre o qual existe alguma cobiça por dois dos seus três filhos.
Cada capitulo tem o nome de pessoas diferentes, mas com um elo de ligação comum - Penélope - e em cada um descobrimos mais sobre o seu passado, mas também sobre o presente. Apesar destes saltos no tempo, não achei a leitura confusa, mas sim que tornava a leitura mais agradável.
Basicamente é uma história de vida, que nos transmite a mensagem de o que é verdadeiramente importante são os nossos sentimentos e não os bens materiais.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Diz que é uma espécie de base de dados...

O GoodReads funciona como uma base de dados virtual, e que permite manter um registo dos livros que lemos, dos que temos por ler, dos que queremos ter, etc.
Como se consegue criar as “prateleiras” exclusivas ou não, temos várias hipóteses de “arrumação”, como por exemplo, criar uma pasta com as leituras do ano.
Conseguimos também ver as opiniões de outras pessoas sobre determinado livro, e tem a funcionalidade do Hi5 de adicionar amigos, e assim consegue-se ir acompanhando o que os amigos vão lendo, as suas opiniões e se eles tiverem livros que nós queremos adicionar à nossa base de dados, é bem mais fácil para adicionar os livros. Podemos ainda pontuar os livros, de 1 a 5 estrelas.

O único senão (não há bela sem senão) é não ser um site português, portanto o que pode acontecer é não se encontrar edições portuguesas de algum livro, no entanto, qualquer pessoa que tenha o estatuto de Librarian (desde que já se tenha adicionado determinado nº de livros – penso que sejam 100 ou 200, pede-se facilmente este estatuto), pode adicionar livros.

Esta ferramenta foi-me também apresentada pela Canochinha, do blog Estante de Livros, em que para além de me ter dado a conhecer, ainda me explicou como funcionava. É uma querida!

Podem ver a minha página: www.goodreads.com/_tita_ e adicionarem-me.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Aliança das Trevas - Anne Bishop

Há setecentos anos, num mundo governado por mulheres e onde os homens são meros súbditos, uma Viúva Negra profetizou a chegada de uma Rainha na sua teia de sonhos e visões.
A ex-rainha Bhak é agora apenas Cassidy, uma habitante de Dharo que perdeu o seu privilégio após a sua corte ter preferido servir a deslumbrante e bem relacionada Kermilla. Numa terra dizimada pelo seu passado – em tempos governada por rainhas corruptas que foram banidas após uma vaga de destruição e violência – o Principe Senhor da Guerra Theran Grayhaven, procura uma parceira para o ajudar a restaurar a sua terra e a sua linhagem. O seu povo vive sem líder e sem esperança e precisa de uma rainha que se recorde do código de honra e dos costumes antigos. Com a ajuda de Saetan – Senhor do Inferno - Theran descobre Cassidy, que parece ser a mulher ideal. Tudo parece bem até que o casal se depara com as suas incompatibilidades e Cassidy conhece um misterioso servente que apela ao seu coração. Será Cassidy forte o suficiente para convencer um povo amargurado a servir novamente uma rainha?
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Depois de "Jóia Perdida", voltamos a entrar no mundo das Jóias Negras, com as personagens habituais, que tanto gostamos: Daemon, Lucivar, Saetan e Jaenelle.
Desta vez acompanhamos a história de Theran Grayhaven, descendente de Jared e Lia, que conhecemos no "Anel Oculto", dois anos após os acontecimentos relatados em "A Rainha das Trevas".
Com toda a destruição em Dena Nehele e de forma a restaurar os costumes antigos, Theran parte ao encontro de Daemon, para que este o ajude a encontrar uma Rainha para ocupar o cargo. A escolha recai sobre Cassidy, uma Rainha que tinha sido rejeitada pela sua corte.
No entanto a relação entre Theran e Cassidy não é fácil, e em vez de ajudar Cassie, só desajuda e é um verdadeiro desastrado no que respeita os seus conhecimentos do Protocolo. Cassie, apesar de ser uma jóia rosa, consegue provar que é muito mais forte e determinada do que Theran poderia pensar.
Theran é um verdadeiro cromo, e os seus encontros com a família SaDiablo são de ir às lágrimas, de tão caricatos que são, algo que Gray (primo de Theran) se encontra muito mais à vontade, apesar de cicatrizes antigas, apaixona-se por Cassie.
É sempre agradável voltar a sentir a relação entre Saetan e os filhos, Daemon e Lucivar, e como estes dois se tratam por Bastardinho e Bastardolas =)
Uma óptima leitura sobre o universo das Jóias Negras, que Bishop nos habituou. Se são fãs da autora, não percam este livro.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A 8ª Maravilha...


…Foi-me dada a conhecer pela Canochinha, do Blog Estante de Livros e é nada mais nada menos do que o Google Reader
Esta ferramenta do Google, é super prática para quem tem pouco tempo mas pretende acompanhar todas as publicações nos blogs que pretendemos seguir.
E como funciona? Basta ter um email do gmail, entramos na página acima mencionada e depois ou colocamos os links que queremos seguir, no "Adicionar Inscrição", ou se já temos um blog e usamos a funcionalidade do "Seguir Blog", já nos vão aparecer as publicações que foram feitas nos blogs.
É com esta ferramenta que me consigo manter actualizada em relação aos blogs, pois de há alguns meses para cá, o tempo para navegar na internet tem sido mais curto, e deixei de ter a oportunidade de andar de blog em blog… mas com esta ferramenta consigo acompanha-los a todos. O único senão é não dar para fazer comentários directamente, mas clicando no link em cima de cada post, somos redireccionados para o post em questão (no próprio blog).

Se não conhecem o Google Reader, só vos posso recomendar que experimentem e vão ver que ficam maravilhados =)