sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Encontrou-se

Lembram-se deste post?

Pois é, ontem consegui encontrar um necessaire rosa na Segue. E como era o único, não deixei escapar a oportunidade.

Aqui está ele já em uso =D

terça-feira, 16 de novembro de 2010

54. Jane Eyre – Charlotte Brontë


Charlotte Brontë conseguiu em Jane Eyre uma fusão perfeita entre o realismo e o romance, incorporando dois temas que persistem no inconsciente colectivo porque expressam aspirações humanas permanentes: o mito de Cinderela, a rapariga pobre e oprimida que casa com o príncipe poderoso, e o mito do sucesso: a recém-chegada sofre, persevera e triunfa da adversidade.
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Vi a mini-série da BCC quando deu na RTP2, portanto quando me iniciei na leitura já conhecia a história.

É a história de uma jovem cheia de coragem, que lutou para ultrapassar todos os obstáculos que foi encontrando ao longo da sua vida. Jane é uma jovem órfã, não muito bonita, que foi criada por uma tia que não a suporta e com cerca de 10 anos é enviada para uma instituição de ensino para jovens carenciadas. Passado alguns anos, Jane decide que está na altura de procurar um novo emprego, tornando-se preceptora de Adéle, em Thornfield Hall. Previsivelmente Jane apaixona-se por Mr. Rochester, o seu patrão, julgando ser um amor impossível. Com o tempo, ambos percebem que se amam e se completam, mas a história dá uma reviravolta e Jane vê-se mais uma vez na necessidade de ter que lutar pela sua sobrevivência.
Jane tem uma personalidade forte, com uma coragem e persistência únicas que nos fazem desejar ser como ela.
Ao contrário d’ “O Monte dos Vendavais” escrito pela sua irmã Emilly Brontë, em que o amor é destruidor e cheio de violência, “Jane Eyre” mostra-nos que o amor é um sentimento belo e que nos transforma para melhor. O livro passa-nos uma forte mensagem de coragem, de luta pela independência da mulher, e uma história de amor que não acaba como os contos de fada, mas de uma forma realista, em que temos que perceber a verdadeira importância das coisas para sermos felizes.
Recomendo!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Listinha

Como o mês de Dezembro está aí à porta deixo-vos uma pequena listinha (ou não eheheh) de possíveis prendas de aniversário e Natal ;-)

Começo pelos livros, que são sempre muito bem-vindos:
• O Desertor – Daniel Silva
• A Chave Maldita – James Rollins
• O Elo de Alexandria – Steve Berry
• A Traição Veneziana – Steve Berry
• Jonathan Strange & O Sr. Norrell – Susanna Clarke
• Por Favor Não Matem a Cotovia – Harper Lee
• A Canção de Tróia – Colleen McCullough
• Anoitecer – Karen Marie Moning (este é o primeiro volume de uma série, em que já tenho o segundo volume)
• Duna – Frank Herbert
• A Lança de Ferro (As Cruzadas Celtas I) – Stephen Lawhead (é o primeiro volume de uma trilogia, em que já tenho os outros volumes, mas como já não é editada pela Bertrand é super difícil encontrar os livros)
• A Filha do Capitão – José Rodrigues dos Santos
• O Lance de Vénus – Steve Saylor
• Rubicão – Steve Saylor
• Desaparecido em Massília – Steve Saylor
• Névoa de Profecias – Steve Saylor
• Um Gladiador só Morre uma vez – Steve Saylor
• O Triunfo de Cesar – Steve Saylor

Outras coisinhas:
• Meias quentinhas (Passo os dias com os pés gelados e por norma calço sempre dois pares)
• Um necessaire rosa (do género que falei aqui )
• Camisolas polares ou camisolas de malha de gola alta (quentinhas, sim =) )

Para quem quiser fazer uma extravagância pode-me oferecer um LCD com um T1 à volta LOLOLOL

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sofro de Onicofagia


É um vício nojento, eu sei, mas desde que me conheço como gente que roo as unhas.
Há determinadas alturas que consigo estar sem roer as unhas, mas eis que surge algo que me faz “atacar” as unhas… e lá vão elas, unhas e peles. É uma desgraça.
Lembro-me de ser miudita e a minha mãe comprar daqueles vernizes que fazem mal como o raio para ver se eu parava de roer as unhas. Mas qual quê?! Custa à primeira, à segunda e até à terceira, mas ao fim de várias tentativas, o verniz já não nos sabe tão mal assim.
Entretanto cresci, mas o vício continua comigo. Voltei a comprar dos vernizes que sabem mal, mas continua a não resultar. Já coloquei unhas de gel e foi talvez o mais eficaz, só que por muito curtas que fiquem, não ficam tão curtinhas como eu as preciso para tirar as lentes de contacto.
Assim, desde há umas semanitas para cá, tenho arranjado e pintado as unhas ao fim-de-semana e tem resultado. Portanto vou continuar a mantê-las arranjadas e esperar que perca o vício.
Recomendam algum truque?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Procura-se



Necessaire semi-rígido, rosa choque (parecido com o da foto)

O ano passado comprei uns trolley's e um saco de viagem, rosa choque, da marca Segue, de uma linha que afinal era do ano anterior. Este ano, quando resolvi comprar o necessaire, já não têm nada do modelo que comprei.
Para complicar, não têm tido nenhum necessaire semi-rígido em rosa. Resolvi procurar também na Paco Martinez, para ver se encontrava algum rosa, só que para me chatear têm de todas as cores menos rosa.
Se alguém encontrar algum, avise-me, sff.

PS- o da foto não é nem Segue nem Paco Martinez, mas foi o único rosa que encontrei foto no Google

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ajuda de Berço



Peguem nos vossos telemóveis e/ou telefones e liguem.
A Ajuda de Berço precisa de toda a ajuda possível para conseguir manter os apoios a crianças.

Acabar com o Desperdício Alimentar



Cada vez mais Portugal entra numa crise cada vez maior, portanto vamos todos assinar esta petição. Não custa nada. Cliquem aqui e basta só colocarem o vosso nome completo e e-mail.

Foi também criado um grupo no Facebook, podem aceder clicando aqui

Em baixo segue o texto da petição:

"Tendo conhecimento que nos refeitórios de grandes empresas, todos os dias existem centenas de refeições em perfeitas condições que são deitadas fora ( a isso obriga a Lei de Saúde Pública ), como explicar isto a quem passa fome ?
Uma lei tem que ter um carácter minimamente humano, pois existe de e para os homens. Tem que se encontrar uma solução técnica, para que esta situação não continue a acontecer.
Por mail, contactei há 2 anos atrás a Presidência da República que me respondeu que esse era um assunto do Governo; contactado o Governo, responderam-me que iam pensar no assunto.
Entretanto, os meses foram passando e como não tive conhecimento de nada, enviei mail's para deputados de 3 forças políticas diferentes mas, nestes casos, nem resposta tive.
Algo tem de ser feito, pois todos os dias esta situação se repete. Esperemos que através deste meio, muitas pessoas necessitadas possam beneficiar deste incrível desperdício."

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Outro Eu - Daphne du Maurier


Dois homens, um inglês e o outro francês, conhecem-se, por acaso, num restaurante de uma estação de comboio. A sua semelhança física é inquietante e passam as horas seguintes a conversar e a beber -até que John, o inglês, se embebeda. Será o seu último momento de descanso, pois quando acorda o seu amigo francês trocou com ele a sua identidade e desapareceu. Assim, John assume a vida do francês e é confrontado com uma série de papéis confusos - como dono de um château e director de um negócio à beira da falência.
Complexo e fascinante, O Outro Eu é uma exploração extraordinária da identidade e do eu.
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Desde que li e adorei “Rebecca” da Daphne du Marier, fiquei com imensa vontade de ler mais desta autora. No entanto, já li “A Pousada da Jamaica” que apesar de ter gostado, não me encheu as medidas, mas não foi o suficiente para me fazer deixar de ler du Marier. Portanto, assim que vi “O Outro Eu” numa livraria, não hesitei em compra-lo para o ler quanto antes.
Um francês e um inglês, conhecem-se numa estação de comboio, e ficam pasmados com a sua semelhança física, em que poderiam ser gémeos e em que até os seus nomes são iguais, John e Jean passam várias horas a conversar e a beber. Mas, quando John acorda, apercebe-se que Jean trocou a sua identidade e desapareceu. John é levado para casa de Jean, onde assume a sua nova identidade perante a família e a gestão do negócio. Será que apesar da sua parecença física, as suas personalidades são idênticas? Será que John consegue convencer a família que é Jean? Assim, ao longo do livro vamos acompanhando a forma como John lida com os problemas familiares e profissionais de Jean.
A escrita de Daphne du Maurier continua cheia de suspense, com uma atmosfera opressiva em envolve a personagem principal, e que nos prende até ao fim.
Apesar de não ter adorado o livro, como aconteceu com “Rebecca”, é uma história que nos agarra até ao seu final, para descobrirmos o destino de John. E continuo com vontade de ler mais e mais da du Maurier!