segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Punhal do Soberano - Robin Hobb


Fitz mal escapou com vida à sua primeira missão como assassino ao serviço do rei. Regressa a Torre do Cervo, enquanto recupera do veneno que o deixou às portas da morte, mas a convalescença é lenta e o rapaz afunda-se na amargura e dor. O seu único refúgio será a Manha, a antiga magia de comunhão com os animais, que deve manter em segredo a todo o custo. Enquanto recupera, o reino dos Seis Ducados atravessa tempos difíceis com os ataques sanguinários dos Navios Vermelhos. A guerra é inevitável e preparam-se frotas de combate para enfrentar o inimigo, mas o rei Sagaz não viverá por muito mais tempo. Sem os talentos de Fitz, o reino poderá não sobreviver. Estará o assassino real à altura das profecias do Bobo que indicam que o rapaz irá mudar o mundo?
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Neste segundo volume continuamos a acompanhar o Fitz, desta vez no seu regresso à Torre do Cervo, tentando vencer as consequências do final do 1º volume. No entanto, este regresso é tudo menos fácil, pois tem que lidar com Majestoso, com os seus sentimentos em relação a Moli, com a sua lealdade para com o Rei, a sua vida de assassino, com a ameaça dos Forjados e dos Navios Vermelhos e com a Manha (capacidade de comunicar com os animais).
Achei este livro mais interessante do que o 1º livro, com um ritmo mais acelerado e fluído, e apesar de não haver introdução de novas personagens de relevo, com excepção do Lobito, que é sem dúvida um dos pontos altos da história, estas são exploradas de forma a conhecermo-las melhor bem como o seu passado.
É sem dúvida um óptimo livro, em que não queremos que o livro acabe. Eu iniciei logo de seguida a leitura do 3º volume :-)

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